Ex-prefeito de Gravatá, Osano Brito, apresenta Waldemar Borges e Luciana Santos como seus candidatos proporcionais

O ex-prefeito de Gravatá , Osano Brito, realizou reunião na cidade com mais de 100 amigos e correligionários para apresentar Waldemar Borges (deputado estadual) e Luciana Santos (deputada federal) como seus candidatos proporcionais nas próximas eleições. O político  afirmou que os candidatos são os melhores para Gravatá, pois foram eles que apoiaram todos os projetos em benefício do município. “Quando fui prefeito, chegou um momento que fiquei órfão de representantes de Gravatá no Legislativo. Foram Waldemar Borges, na Assembleia Legislativa, e Luciana Santos, na Câmara Federal , que nos apoiaram. Devemos saber a importância de escolhermos nossos candidatos”, disse para os presentes.

O deputado Waldemar Borges ressaltou que se no Brasil, cada estado e município tivessem a oportunidade  de fazer conversas como aquela, na qual as pessoas tivessem a oportunidade de refletir, de conhecer aqueles que pretendem ser seus representantes,  a política daria um salto de qualidade bastante expressivo. “A gente sabe como é importante esse tipo de discussão. A maneira mais efetiva de a gente se contrapor a métodos que nem sempre levam às melhores escolhas ou representações dos interesses populares é exatamente a realização de debates como esse”, afirmou.

wal-reuniao-ozano-britoO candidato explicou que sua vinculação com Gravatá vem de antes da política, através de ligações que unem sua família e a família de Olavo Bandeira, já falecido, e Ivalda Bandeira. “Antes de ter sido candidato a deputado, já tinha residência em Gravatá. Ao ser eleito, embora que com pequena votação aqui, fui me envolvendo aos poucos com a política da cidade e hoje fico muito satisfeito quando escuto pessoas de grande responsabilidade, principalmente os mais velhos, dizendo que estamos fazendo muito por Gravatá. Sinceramente, fiz o que estava ao meu alcance e fico feliz de ter podido, junto com Eduardo Campos, contribuir para trazer benfeitorias para os gravataenses”, ressaltou.

 

Para Borges, o que ajudou muito foi o compromisso do projeto liderado pelo Governador  Eduardo Campos, que nunca deixou de olhar pelos municípios do estado. “A verdade é que Gravatá não tinha conseguido eleger um representante, mas essa lacuna foi superada pela sensibilidade do governador que nunca mediu esforços para atender o que esse deputado pedia para a cidade. Agora não. Agora vai ser diferente. O gravataense vai identificar quais candidaturas estão disputando a eleição pra valer e quais estão apenas fazendo número, seja para esquentar nomes para pleitos futuros ou, o que é pior, apenas para alimentar essa arenga pessoal, infantil e despolitizada que alimenta o ódio de alguns e que só tem prejudicado nossa cidade. Gravatá não pode ficar mais quatro anos sem representantes por culpa da visão estreita, personalista e ambiciosa de um ou dois que se alimentam de uma divisão que tem que ser superada em bem do povo”, completou.

O parlamentar se apresentou na reunião e falou de como faz política. “Sempre acreditei que para fazer política você tem que ter um campo, uma crença, valores para além de rótulos de esquerda ou de direita ou das siglas partidárias. Os valores que me fizeram optar pela política  são muito simples: é o reconhecimento que a vocação do ser humano é  ser feliz. Ninguém quer nada além do direito de ser feliz,  realizar sua felicidade, viver bem.  Tudo que  afronte essa vocação, como a criança que não tem pão, o jovem que não tem escola, o doente que não tem atendimento de saúde, agride os valores que me levaram a fazer política”, revelou.

“Por fim, o deputado reafirmou sua crença na atividade política. “A política é uma atividade que toca diretamente na vida de todo mundo, para o bem e para o mal. É através dela que as maiores injustiças podem ser cometidas, mas também é somente através da atividade política que elas podem ser corrigidas. Se a sociedade é desigual, perversa em certos aspectos, é pela política que isso é gerado. Mas não há outro caminho para reparar essas situações que não seja pela própria atividade política, desde que ela seja comprometida com as transformações sociais, fazendo voltar à população o que lhe é de direito”.

“É o político, em diversos níveis, quem define, por exemplo, o que fazer com o dinheiro arrecadado do povo. Como e em que investir, tudo isso é decidido no campo da política. É preciso que tenhamos representantes que nessa hora defendam os interesses da maioria, como a elevação e a universalização dos serviços públicos, Da mesma forma, uma cidade precisa ter representantes que lutem para que esses recursos atendam as suas necessidades. É isso o que temos feito por Gravatá e temos certeza que a cidade não ficará sem representantes, muito menos por conta de ambições e vaidades pessoais”, concluiu.